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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Jantar Literário

Bom pessoal, fui desafiado pela blogueira Aline Belloni do Blog Verso do Inverso, a fazer um Jantar Literário, que consiste em escolher personagens de livros para um suposto jantar, onde cada um é escolhido por uma característica que o defina.

Então vamos lá: 


Personagem que goste ou possa cozinhar:

  Foi difícil, pois existem três personagens que se encaixam nessa função: O Peeta (Jogos Vorazes), o Will (A Faca Sútil - Fronteiras do Universo) e o Caçarola (Maze Runner), mas vou escolher o Will, ele faz uma omelete com salsicha como ninguém.

Personagem que tenha dinheiro para bancar a festa:

 Pensei em apenas dois personagens que teriam dinheiro suficiente para bancar um jantar ilustre como esse, a Marisa Coulter (A bússola de Ouro) e o Presidente Snow (Jogos Vorazes), os dois são muito elegantes, por isso me arrisco em escolher a Marisa Coulter, espero que saia tudo impecável.




Personagem que pode causar uma cena:

Na verdade não foi difícil escolher alguém que causasse uma cena, pensei em ninguém mais, ninguém menos que Tiny Cooper de Will e Wiil, que  apesar de ter odiado o livro, o personagem é super chamativo e com certeza causaria uma cena épica.

 

Personagem que é super popular:

Também fiquei dividido em escolher alguém super popular para nosso jantar, entre Percy ou Finnick, mas vou ter que escolher o Percy, pois ele lutou contra monstros mitólogicos e é filho de um Deus, ganhou status depois de matar o vovó Cronos.

 



Personagem engraçado ou divertido:

 Não poderia escolher outra senão a Morgana de Invisível Ao Toque, ela é hilária e tem uma personalidade excêntrica, com certeza divertiria os convidados.
 

Um casal:

Já que não leio muitos romances, meu histórico de casais é quase inexistente, mas não poderia escolher outro senão a Svek e o Zac, também de Invisível Ao Toque, eles formam um casal que ultrapassou as eras e nem o tempo os pode separar.


Um vilão:

Com certeza minha vilã preferida de todos os tempos, a Feiticeira Branca  de As Crônicas de Nárnia, ela tem requinte e glamour, certa frieza, mas é instigada pelos seus desejos e isso eu adoro nela... Espero que tudo esteja impecável, não quero virar uma estátua de pedra. 


Um herói ou heroína:

Sem sombra de duvidas a Katnnis, ela sobreviveu há dois jogos e ainda libertou uma nação do domínio opressivo de um sistema ditador, ela é com certeza minha heroína. 

Um personagem subestimado:


  Não sei se a maioria vai concordar, mas acredito que o Peeta é muito subestimado, todos sabemos que ele não teria vencido os jogos sem a Katnnis, mas apesar disso o considero um personagem extraordinário.


Personagem de sua própria escolha:

Difícil, pois eu queria por muito mais personagens na mesa como os irmãos Pevensie, Reis e Rainhas de Nárnia e o Charlie de As Vantagens de Ser Invisível, dificil, mas para essa categoria escolho o Charlie e deixo os irmãos entrarem de penetra. Simples assim.


 Ufa, foi difícil escolher apenas um grupo seleto pra esse jantar, mas depois de lágrimas, esperneio, gritos, e uma guerra interna, consegui escolher meus personagens preferidos, sinto muito a todos os outros que não entraram nessa, mas não se preocupem, haverão outras Tags.



 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Resenha da trilogia Maze runner




Não vou entrar em muitos detalhes nesta resenha, porque senão ficaria um texto longo e muito chato, então farei uma resenha simples, qual descreva um pouco da saga para quem não conhece e para os que já estão habituados com essa distopia de James Dashner, relembra-la.




A saga Maze Runner é uma das melhores distopias que li no ano passado, a trilogia me surpreendeu muito, e eu que não gosto muito de ficção científica me peguei descobrindo paixão pelo gênero. Admito que comprei o primeiro livro sem nenhuma expectativa, achei que odiaria a obra, mas a cada página lida me senti encarcerado junto com os personagens do livro, que se encontram aprisionados em um clareira cercada por enormes muros que escondem um monstruoso labirinto por trás... Correr ou Morrer, que é o primeiro livro da saga nos mostra o tormento de dezenas de garotos que vivem nesse lugar hostil que batizaram de Clareira, onde a cada trinta dias chega um novo garoto trazido pela caixa, um elevador que só sobe. 
  
Nosso protagonista desafortunado, que vem sendo trazido pelo elevador é Thomas, que sem memoria alguma de sua vida passada, recordando-se apenas do seu nome se vê diante de um mistério, como sair dali e qual o objetivo de tudo? Junto com os demais clareanos (garotos que moram na clareira) se arriscam a vagar pelo labirinto que se encontra logo atrás dos enormes portões que se abrem toda manhã e se fechavam toda noite.

  Ninguém nunca sobrevivera a uma noite no labirinto, mas Thomas conseguiu tal feito, para ajudar um amigo se arrisca a desvendar o desconhecido e se depara com criaturas monstruosas com garras metálicas em uma tosca aberração híbrida batizada de verdugos.

  Muitas coisas mais interessantes nos deixam boquiabertos ao ler o livro, como o fato da chegada de um novo membro, uma garota. Nunca antes viera uma garota, e em suas mãos há bilhete que nos deixa anestesiados de curiosidade, assim como os clareanos “ela é a ultima”.

  Descobrindo a saída do tormento do labirinto, depois de um grande número de baixas, desvendamos junto com os personagens um pouco do mundo em que vivem, um futuro destruído pelo sol, uma terra caótica onde uma doença se espalhou devastando a população; achando que estão salvos, mal entendem que a fase dois estava pra começar.



 No segundo livro, intitulado Prova de Fogo, nos deparamos com os sobreviventes do labirinto se aventurarem em uma terra desolada e provavelmente inabitada, qual foram obrigados por ela caminhar com a promessa de chegarem ao refugio, lugar onde estarão seguros dos Craks, que são pessoas contaminadas pelo fulgor (doença contagiosa que altera física e mentalmente as pessoas, tornando-as verdadeiros zumbis). Porém antes mesmo de prosseguirem jornada no deserto, Teresa, uma amiga que sobreviveu ao labirinto, desaparece, e em seu lugar há um garoto chamado Ares, que conta que também sobreviveu a um labirinto onde ele era o único garoto cercado por dezenas de mulheres, ele fazia parte do grupo B, e Thomas e companhia era o grupo A.

  Iniciando jornada no deserto, se deparam com tempestades de areia, raios, ataques de Craks esfomeados e desesperados por uma cura, se é que existia. Nesse caos conhecem dois deles, Brenda e Jorge, um casal que espreitava pelas ruínas de prédios da cidade, procurando comida. Se juntando ao grupo os dois se revelam ótimos aliados e conhecedores da área por onde vagavam.

  Teresa ressurge, porém agora está diferente e junto com ela está às garotas do grupo B, uma rivalidade se instaura, será que apenas um dos grupos poderá seguir em frente? Ou será que deverão batalhar pela sobrevivência juntos? Essas respostas somente são nos entregues logo adiante quando se vêm cercados por criaturas estranhas,  percebem que precisam se unir caso queiram chegar ao tão prometido lugar seguro. 

  Enfim, depois de uma nova leva de baixas, com o número de sobreviventes diminuído, aqueles que finalizaram a então fase dois percebem que uma terceira já está em vista. O que será que o CRUEL tem guardado para os jovens desafortunados?




  O desfecho da trilogia nos revela todo o emaranhado de segredos que se escondiam sobre o passado de todos os personagens, nos revelando a verdade absoluta. A cura Mortal, terceiro livro da saga, nos mostra uma aventura diferente, agora aqueles que sobreviveram ao deserto se veem obrigados a fugir das instalações onde eram feito prisioneiros, e em uma cidade prestes a ruir em completo caos, compreendem que o mundo talvez não tenha chance de salvação, e a única imposta acarreta em sacrifício. A escolha do candidato final para ser a chave da talvez salvação do mundo foi feita, agora tudo depende dele.

Em resumo da minha opinião digo que é uma ótima aventura, é um daqueles livros que não queremos parar de ler até que concluamos a leitura, compreensível e de total voracidade de mistérios que nos deixam absortos de ânsia a desvenda-los. Super indico para quem ama sagas e ainda mais para quem é fã de ficção científica, e também para quem é fã de Residente Evil, pois há muita semelhança, não muita, mas bastante.


Conheça o primeiro filma da saga:

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Critica do filme Maze Runner





Mais uma distopia pra gente saborear, parece que essa é a moda do momento, o que pode dividir as opiniões do publico. Por um lado tem os que adoram ler uma revolta contra uma força ditadora e do outro os que ficam de saco cheio de verem um personagem instigar a destruição desse poder... Em fim vamos à resenha de Maze Runner – Correr ou Morrer, que particularmente me convenceu, não tanto como o livro, mas me fez ficar ansioso pela sequência. 

  Pra quem já leu o livro antes de assistir o longa, a expectativa é sempre maior, pois esperamos ver na tela o que lemos nas páginas, obviamente nem tudo que está na obra literal será o que estará na tela, mas almejamos pelo menos uma grande semelhança e o filme passa isso, tem uma grande fidelidade para com a história principal, não perdendo sua essência nem deixando a desejar, claro que  muita coisa foi alterada, mas que dá pra relevar.

  O filme começa com Thomas (Dylan O´brien) sendo levado por um elevador para qualquer lugar e quando em fim a porta do compartimento é aberta se depara diante de um grupo de garotos que o recepciona em um ambiente curiosamente estranho que leva o nome de Clareira, cercado por gigantescos muros.  Depois de fazer um passeio e entender que atrás desses muros há um enorme e embaraçoso labirinto, que ninguém nunca encontrou a saída, percebe que a sua perca de memoria será apenas mais um dos problemas a serem resolvidos.






  Nessa pequena comunidade formada apenas por garotos se nota que existe uma hierarquia de atividade onde os corredores são os únicos permitidos se aventurar no labirinto. Respeitando a Liderança de Alby, todos viviam bem e mesmo sem respostas, conseguem sobreviver dia após dia. Mas com a chegada de Thomas tudo estava pra mudar, pois esse é muito curioso e deseja descobrir a verdade.

  Nos aterradores corredores do labirinto vivem criaturas monstruosas e mortíferas que são chamadas de verdugos, estas só atacam durante a noite, momento este que os clareanos (os garotos que vivem na clareira) estão protegidos pelos enormes portões que se fecham toda noite e só são abertos ao amanhecer.

  Descobrindo um pouco sobre esse mundo a cada dia que passa , Thomas conhece grandes amigos como Chuck, um garoto que tá mais pra um irmão caçula e conquista o telespectador, assim como Hugo em Lost (vi isso em outro blog e concordo). 

  Assim como em toda boa história deve haver uma mistura de romance, mistério, suspense, tem que ter o vilão e o mocinho, Maze Runner por sua vez quase estingue o romance e exalta grandiosamente o mistério e suspense, enaltecendo a curiosidade do publico, o papel de vilão recaí sobre Gally que tem opiniões fortes sobre Thomas.





 Desde o primeiro garoto a chegar à clareira nunca antes havia sido trazida pelo elevador (chamada por eles de caixa) uma garota, mas isso mudou quando chegou Teresa e junto com ela uma pedaço de papel com uma curiosa frase “ela é a ultima”. O único de quem se recorda é Thomas o que gera entre os demais uma grande interrogação. 

   Depois de passar uma noite no labirinto e ficar frente a frente com um verdugo, nota o quão difícil vai ser encontrar uma saída desse pesadelo. Após esses acontecimentos tudo fica ainda pior e eles precisam encontrar logo uma saída desse inferno se quiserem sobreviver mais um dia, depois de uma grande luta, de várias baixas e sofrimento, chegam numa saída que os levam em fim para fora do labirinto. Achando que estão livres do sofrimento, não imaginam que tudo isso foi apenas o começo e que a fase dois está para começar.





Spoiler: Uma coisa que eu senti falta foi à telepatia que Thomas e Teresa possuem no livro, mas que no filme eles extinguem esse acréscimo da história que em minha opinião ia dar uma pitada maior de mistério. Outra coisa que eles mudaram é a quantidade de sobreviventes que no livro se não me engane é 20, mas no livro é 6 ou 7 (não lembro, pode ser mais ou menos).

   Apesar das mudanças do livro para o filme a adaptação conquista e tem seu diferencial e potencial para se tornar mais um sucesso, não sei se com a mesma força de Jogos Vorazes, mas com uma possibilidade de conquista muito grande. É um filme que sim é de mais, com muita ação, envolve o telespectador o instigando a querer descobrir logo tudo o que está acontecendo, e a cada pergunta que é respondida uma nova surge, crescendo muito esse emaranhado de segredos e mistérios.



Veja o trailer:

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