Como ficou a dublagem "Hold The Door" de Game Of THRONES
O paradoxo temporal de The Doorfoi pensado há algum tempo e não foi uma ideia dos criadores da série, que mesmo sem os livros como Norte, ainda conseguem uma consultoria de George R.R. Martin. David Benioff e D.B. Weiss revelaram que tiveram uma longa conversa com o escritor, onde tentavam extrair o máximo possível de informações do que está por vir nos próximos dois livros.
Uma dessas revelações foi a origem do nome de Hodor.
Depois disso, nas mãos do experiente diretor Jack Bender, nosso contato com esse passado de Hodor se tornou um momento poderoso e inesquecível dentro da série. Mas logo depois uma pergunta ficou na cabeça dos fãs: como foi a dublagem desse episódio? Como foi resolvido a questão “hold the door” para “hodor“?
Hermes Baroli, a eterna voz de Seiya de Pégasus, é o diretor de dublagem de Game Of Thrones. Durante duas semanas ele tentou encontrar uma solução para a questão de Hodor: “Pensei em diversas saídas, como brincar com as palavras “horror” ou “dor”. Mas, no fim, não seria honesto com o público, que sabe o que significa “hold the door” disse Baroli em entrevista para O Globo.
Nesse vídeo que mostra a dublagem da cena, vemos que a solução foi ir gradativamente transformando “segure a porta” em “hodor“.
A Record está com várias apostas para a teledramaturgia nos próximos meses. O sucesso da novela “Os Dez Mandamentos” animou a equipe executiva da emissora, que está com tudo no planejamento de novelas e séries, a partir do ano que vem.
De acordo com a jornalista Cristina Padiglione, ainda em 2016, o canal pretende ainda introduzir na programação uma série de terror, intitulada “Lendas Urbanas”, inspirada no sucesso internacional American Horror Story. Nenhuma informação a respeito da trama foi revelada.
Será que vai dar certo? Só nos resta aguardar.
Enquanto isso o canal FX renovou a série “American Horror Story” para a sua sexta temporada. Com estreia prevista para outubro de 2016, o próximo ano terá um novo tema e uma nova história.
Depois de todo o burburinho,
das notícias e das polêmicas que sondaram a série Sense8, qual acreditava ser
uma trama fraca, de um drama fatídico e fútil, decidi assisti-la, e eis minha
surpresa, fiquei tão empolgado e instigado que conclui a temporada inteira em
um dia, desde o primeiro capitulo, só parei quando cheguei ao decimo segundo.
Começo falando que um dos motivos que me
levaram a ver a série foi o trailer, depois descobri que se tratava de um
trabalho dos irmãos LanaeAndy Wachowskis, criadores de Matrix (que não é muito minha praia) e Cloud Atlas (já esse
eu sou apaixonado) juntamente com J.
Michael Straczynski(Babylon 5). Com esses motivos, tive que começar a
assistir.
A história gira em
torno de 8 pessoas espalhadas pelo mundo, cada uma diferente da outra, cada uma
com seus problemas e suas distintas personalidades.
Temos Capheus (o britânico Aml Ameen, Maze Runner), jovem africano fã de Jean-Claude Van
Damme, tentando conseguir remédio para a mãe HIV positiva; em Seul, a
economista Sun Bak (a sul-coreana Doona Bae), especialista em artes marciais; no México, o
ator de novelas e filmes de ação Lito (o espanhol Miguel Ángel Silvestre, deVelvet), que tenta manter em segredo sua homossexualidade
e seu relacionamento com outro homem; em São Francisco, a transexual e hacker
Nomi (a também transexual Jamie Clayton); em Chicago, o policial Will Gorski (o americanoBrian J. Smith, deStargate Universe) tenta se livrar das lembranças de seu
passado; em Mumbai, a farmacêutica hinduísta Kala (a indiana Tina Desai) está prestes a se casar com um homem que não
ama; em Berlim, o assaltante Wolfgang (o alemão Max Riemelt) tenta se livrar da perseguição do crime
organizado; e em Londres, a DJ Riley (a britânica Tuppence Middleton, deSpies of Warsaw), nascida na Islândia, tenta se livrar da
dor da perda de seu marido e filho.
QuandoSense8 tem
início, vemos um casal de sensitivos enfrentando um perigo iminente provocado
por Whispers, ou em português sussurros, (o cantor da BroadwayTerrence Mann), o vilão da trama, outro como eles, que utiliza
seu poder para o mal (assim parece). Prestes a cometer suicídio, Angela (Daryl Hannah) libera nos oito jovens citados acima, o
mesmo poder que ela tem. A partir daí a história passa a focar em cada um
desses jovens e suas primeiras experiências com o mundo sensitivo.
O conceito da série surgiu há cerca de sete
anos quando, durante uma conversa, Lana, Andy e Straczynski começaram a discutir
a forma como a tecnologia une e divide as pessoas em grupos. Por meio da
Internet, pessoas que vivem em diferentes partes do mundo conseguem se conectar
e conversar sobre um determinado filme ou programa que estão assistindo naquele
exato momento. A questão levantada é: E se esta conexão e troca de
experiências pudessem ser feitas sem o auxílio da tecnologia?
Com essa ideia inicial, de que originalmente
somos todos sensitivos, mas cada pessoa pertenceria a um grupo, o
indivíduo de um grupo precisa adentrar em outro, e para tal é necessário
que ocorra um contato entre os membros através do olhar. Em primeiro tempo,
a trama gira em torno dos oito personagens espalhados pelo mundo que se descobrem
conectadas através da mente e das emoções, sem a ajuda de algum tipo de dispositivo
ou realidades virtuais. Capazes de se ver e conversar como se estivessem
no mesmo lugar, eles se ajudam com seus problemas pessoais e imediatos,
chegando ao ponto de assumir o lugar um do outro quando necessário.
Além de enodoar a
barreira entre filme e TV,Sense8 acrescenta
um pitada do gênero sobrenatural. Semsair muito da realidade, osWachowskieJ. Michael Straczynskise apoiam em regras pré-definidas e as
seguem até o fim. Não há reviravoltas espalhafatosas de se estabelecer na
narrativa. Tudo faz sentido dentro daquele contexto.
Tecnicamente,Sense8empolga com sua arte impecável. Foram meses
de gravações em pelo menos oito países e muitas cenas que se passavam
simultaneamente em dois, três, até quatro países diferentes. Os melhores
momentos da série são com certeza aqueles que mostram os sensitivos como um
grupo, voluntário ou não. Afinal, o que um sente, todos sentem.
Mas a maior vitória da série é, de longe, a forma como são retratadas a
cultura indiana, americana LGBT, alemã, coreana, latina... não há estereótipos,
não há clichês, não há exageros (o que muita gente anda falando que possui, por
conta das cenas de sexo, mas no meu ver, essas cenas são muito bem-feitas e
apaixonantes). Tudo é normal dentro do seu conjunto e serve seu intento do
grupo de sensitivos.Sense8 mostra que ousadia, se feita com maestria conquista os telespectadores.
Finalmente, a redenção deAndyeLana. Não posso me esquecer de falar da linda trilha sonora, que dá um toque super especial a cada cena, o que faz nossos corações ficarem ainda mais descontrolados.
Os
12 episódios da primeira temporada deSense8já estão disponíveis na Netflix.
Assista abaixo ao trailer da série:
O ator mexicano Diego Boneta (Rock of Ages) e Glen Powell se juntam ao elenco da nova comédia do Ryan Murphy para a FOX, Scream Queens.
Detalhes sobre os personagens ainda estão sendo mantidos em segredo,
mas já foi divulgado que Powel interpretará um cara popular com fama de
garanhão e Boneta um nerd, porém bonito. Powell fará parte do elenco
regular enquanto Boneta será um dos protagonistas da série.
Ambos os atores se juntam à Lea Michele, Jamie Lee Curtis, Emma
Roberts, Skyler Samuels, Nick Jonas, Keke Palmer, Joe Manganiello,
Ariana Grande e Abigail Breslin, todos previamente anunciados.
Scream Queen será ambientada em um campus universitário onde ocorrerão
uma série de assassinatos. A primeira temporada, que terá 15 episódios
está prevista para estrear em meados de setembro deste ano.
Digimon Adventure Tri futura série
criada por Akyoshi Hongo, reiniciando o seguimento Digimon Adventure
desde seu encerramento em 2003.
Desenho dos personagens ficará a cargo de Atsuya Uki (o mesmo desenhista dos animes Cencoroll e Tsuritama) Configuração: Yuko Kakihara (fez parte da produção de Chihayafuru 2, Heaven’s Lost Property e Stich) Direção: Keitarou Motonaga (dirigiu Ah My Buddha, Akane Iro ni Somaru Saku, Date a Live, Getbackers, Katanagatari)
A próxima temporada de American Horror Story acaba de ter seu primeiro nome no elenco revelado: a mega pop star, Lady Gaga.
Por enquanto os detalhes sobre o personagem de Gaga estão sendo
matinados sob sigilo, mas ela já foi ao Twitter revelar em primeira mão o
subtítulo da 5ª temporada: Hotel, com estreia prevista
para outubro. Espera-se que membros do elenco que participaram das
temporadas anteriores retornem, exceto por Jessica Lange, que já havia dito anteriormente que Freak Show seria sua última temporada de AHS.
Segundo uma matéria publicada
recentemente no Wall Street Journal, a Netflix planeja produzir uma
série live-action baseada na história do game da Nintendo, “The Legend of Zelda”. Atualmente a empresa de streaming está a procura de roteiristas para assinar esse novo projeto, que já é descrita como uma versão de “Game Of Thrones” para a família
Ainda de acordo com a publicação, a
Nintendo acompanhará de perto toda a produção da série, que se passará
no reino de Hyrule e acompanha o jovem guerreiro Link, cuja missão quase
sempre é salvar o reino, a Princesa Zelda e proteger a Triforce. Vale
ressaltar que essa é a primeira vez em 22 anos que um projeto como este
será realizado pela empresa criadora do game. O último foi o filme
“Super Mario Bros”, lançado em 1993.
Supernatural retorna à televisão norte-americana no dia 7 de outubro e
estamos ansiosos para saber mais a respeito do que virá nesta décima
temporada da série — especificamente sobre o Dean demoníaco.
Para acalmar um pouco a curiosidade dos fãs, a CW (via Entertainment
Weelky) divulgou um novo trailer recheado de cenas inéditas, que
destacam a caçada de Sam ao irmão e a nova vida do dono da marca de Caim ao lado do rei do inferno.
Enquanto
Sam parte para a tortura a fim de encontrar o Winchester mais velho,
Dean aparece cantando, passeando em um bordel e ainda partindo para a
pancada juntamente com Crowley, já que este está disposto a criar “o
inferno perfeito”. Confira:
Preparados para o retorno de Supernatural? Eu estou!
O Reality Show “Million Dollar Maze Runner” Inspirado emMaze Runner, foi
criado pela MTV e consiste em colocar 4 times de “corredores” em uma
prisão abandonada onde terão que batalhar para ganhar o grande prêmio. Testando os competidores com desafios físicos e mentais, força, lógica e perseverança. Onde apenas uma equipe ganhará um
milhão em dólar.
Eu sou um fã da versão norte americana de Being Human, não assiste a versão original para comparar, e não assistirei para não estragar o que tenho com a adaptação. Em fim, estou um pouco triste com o cancelamento da serie que é muito boa, mas pelo menos parece que vai ser um final digno para os monstros que me cativaram bastante.
Nota enviada a imprensa:
Coma segunda metade daquartatemporada de "Being Human"marcado para começar,os personagenshumanosde coraçãoestá prestes a embarcarem uma jornadacheia de voltas esurpresas queiráculminar em umfinal espetacular da serie noSyfy,segunda-feira,7 de abril. ShowrunnerAnnaFrickeeprodutorestalentosos, escritores,elenco e equipefizeram um trabalhoincríveltrazendo esteshow para a nossa vidanas últimas quatrotemporadas enós sinceramente agradecermos aprodutorada série'MuseEntertainment porseu trabalho duro.Eles deixaram omelhor para o finalcom os seis últimosepisódios querevisitarão oinícioda história,levando a umadespedida emocionante paraAidan, Sally, JosheNora.
Lost foi/é uma serie muito conhecido por grande parte do
publico, teve inicio em 2004 e prosseguiu em seis temporadas tendo seu desfecho
em 2010.
Pessoalmente falando
não acreditava na serie, por isso nunca a assiste antes. Que idiota eu! Na época de exibição eu era criança e não
entendia muito das coisas, só queria saber de correr na rua atrás de jogar
bola, vestir minha fantasia do pânico, pegar uma faca e sair na rua gritando
feito desesperado quando faltava luz. É eu sei. Que idiota eu!
Eu comecei a assistir
a serie há exatos quatro semanas, não tinha muito que fazer já que sou um
desempregado e minha serie atual está de folga (once upon a time). Desde o
primeiro capitulo fiquei perdido, fiquei naufragado e me tornei um dos
sobreviventes do voo 815 da Oceanic. A cada dia, cinco, seis capítulos passavam
diante dos meus olhos velozmente, não saciando minha fome em descobrir cada
segredo, cada mistério e que diabos está acontecendo na ilha. Meu cérebro
estava fritando.
Assistia cada
temporada em pouco menos de cinco dias, quanto mais me aproximava da season
finale mais meu senso de comoção aumentava, ainda mais acompanhado da maravilhosa trilha sonora composta por Michel Giacchino, vencedor do Oscar.
Comparo a serie com
um quebra cabeça de mil peças, demorado, difícil e complicado de se montar.
Atenção deve se ter em cada capitulo, cada detalhe importa, pisquei pouco
minhas pálpebras. A cada temporada novos segredos se formam, novos personagens
aparecem antigos saem e a história fica cada vez mais intrigante e curiosa.
O desenrolar da
história é complicado, tem gente que diz que não entendeu nada, mesmo
assistindo o último capitulo que pra mim é bem esclarecedor.
O rumo da história
se mistura com ficção científica e o sobrenatural, criando assim uma mitologia
única. Cada comprovação que nos deixava claro que tudo era causado pela
iniciativa Dharma só nos faz perceber que havia muito mais por trás, como por
exemplo, o protetor (não vejo outro nome se não este) da ilha chamado Jacob, um
homem misterioso que perambula pela ilha citando ordens para seus subordinados.
Há também a fumaça
preta, uma espécie de mostro que se move devastando tudo e todos que se
encontram em seu caminho, que na verdade é o irmão do misterioso Jacob que
teima em querer deixar a ilha.
Os sobreviventes do
voo 815 da Oceanic se encontraram em uma batalha que os colocara nomeio do fogo
cruzado, enfrentaram ursos polares, os outros, membros da iniciativa Dharma e
muito mais.
Mais tarde descobrem
que eles não caíram ali por acaso, foram levados para a ilha, eles eram os
denominados escolhidos. Os escolhidos de Jacob para dentre eles estar seu
sucessor em proteger a ilha.
Não posso deixar de
falar do complicado quadrado amoroso que se formou na história, como disse o
apresentador Jimmy Kimmel: Jack fica com kate que fica com Sawyer que fica com
juliet que fica com jack. Nossa, que suruba. Minha preferência com certeza é
Jack e Kate.
Em fim, o desfecho.
Tenho que dizer que o desfecho de Lost foi muito, mas muito emocionante, não me
envergonho em dizer, chorei feito um besta.
Descobrir no fim que
eles estavam mortos e que aquelas vidas eram uma mentira que servia como escudo
para a verdade que temiam. Que estavam mortos. Os flashes que tiveram, o
reencontro, cada acontecimento que os fez despertar para prosseguirem em frente
foi incrivelmente perfeito, pelo menos pra mim. E os olhos de Jack se fechando
na cena final foi o melhor final que poderia ter.
Ouve um epílogo para
a serie, onde mostra quem na verdade foi o eleito protetor da ilha, ninguém
mais ninguém menos que Walt, filho do Michel. Que coisa.
Bom, pra resumir a
serie em uma palavra, existe uma e óbvia: Lost que significa perdido. Mas pra
mim depois de assistir a serie passou a ser muito mais que isso.
Eu me defino como um cinéfilo, leitor extremamente insano, assisto séries como assisto animes, amo rock e indie. Minhas melhores musicas são aquelas trilhas sonoras de filmes e series que se encaixam perfeitamente nas cenas, como Lost, Being human, lovely bones... Geek, nerd, 20 Outonos... Esse sou eu!